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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Jornada Bíblica - 30º encontro.


Tema: O cântico da vitória (Ex 15,1-18)

Introdução
Neste encontro, estudaremos o cântico da vitória (Ex 15,1-18), entoado logo depois da passagem pelo mar.

Oração
Faça uma oração, clamando a presença do Espírito Santo, para que o estudo desse encontro gere frutos de vida cristã. Leia Ex 15,1-18. Agora, destaque o que mais te chamou a atenção.

TEXTO DE ESTUDO

Qual é o gênero literário de Ex 15,1-18?
O texto de Ex 15,1-18 não está escrito num gênero literário narrativo; ele consiste numa poesia cantada e, portanto, caracterizada pela utilização de diversos elementos estilísticos como figuras de linguagem, jogos de palavras e ritmo, cuja intenção é produzir uma resposta emocional no leitor.
O pentateuco é formado, basicamente, pelos gêneros literário legislativo e narrativo. Há, entretanto, algumas poucas passagens com o gênero poético. Essa é uma delas. Este poema não é apenas um cântico de louvor e glorificação; é, com certeza, um texto de avaliação do passado, baseado em certos critérios. Nesse caso, um deles é o cumprimento da promessa de Deus em relação ao seu povo.

Como é a estrutura do cântico de Moisés?
A divisão básica desses dezoito versículos pode ser feita em duas grandes partes: a celebração da vitória que Deus conquistou para Israel no mar (v.1-12) e a expressão do anseio por sua jornada em direção à terra prometida (v. 13–18). De forma mais pormenorizada, o hino pode ser estruturado da seguinte maneira:
A) Introdução ao canto e apresentação do tema (v.1);
B) O louvor a Deus (v.2-3);
C) Deus jogou no mar o faraó (v.4-12);
D) Deus guia Israel (v.13);
C’) Deus jogou no mar os egípcios (v.14-16);
D’) Deus guia Israel (v.17);
B’) O louvor a Deus (v.18).

Qual é uma das expressões mais interessantes dentro do hino?
Uma das expressões mais interessantes de todo o hino consiste na forma como Moisés se refere ao ato realizado por Deus, no v.1: o Senhor “se revestiu de glória” (na versão da Bíblia de Jerusalém). Essa passagem é traduzida de modos muito diferentes, dependendo da versão da Bíblia. A Ave Maria, por exemplo, traz “ele manifestou sua glória”; a Nova Bíblia Pastoral, “porque grandemente se enalteceu”; e a Bíblia do Peregrino “sublime é sua vitória”.

Por que as traduções são tão diferentes?
No hebraico, há a repetição, por duas vezes, lado a lado, de um mesmo verbo: ga’ah. A primeira ocorrência está naquilo que se chama, na gramática hebraica, de raiz qal, no modo infinitivo absoluto. Na sequência, aparece no perfeito da terceira pessoa do singular. Essa construção sintática é utilizada todas as vezes em que se pretende intensificar a ação do verbo.

Quais são os possíveis significados do verbo hebraico utilizado em Ex 15,1?
Em seu sentido mais básico, gaˊah pode significar “profundo”, como em “a água era muito profunda” (Ez 47,5), ou “alta”, como em “pode o papiro crescer sem um pântano?” (Jó 8,11). Assim, uma tradução interessante seria “porque, ao se elevar, elevou-se”, no sentido de que ele se elevou mais alto do que qualquer outro elemento presente na narrativa.

Qual é o sentido que o autor quis dar ao dizer que Deus “ao se elevar, elevou-se”?
No hino, desse modo, Deus é louvado por Sua vitória triunfante (cf. Ex 15,1.21), momento em que Ele se levantou ou elevou como supremo sobre todos os outros poderes do mundo, enfatizando o poder ascendente de Sua força e o crescimento associado de Seu povo, Israel.

Quais são, geralmente, na Bíblia, os termos relacionados à palavra força?
Ao afirmar que Deus é sua força (Ex 15,2), o autor utiliza o substantivo hebraico ˋazaz que significa “ser forte” e que transmite também a noção de poder. Este termo é geralmente associado a algum tipo de imagem verbal concreta que implica proteção em expressões como o Senhor é um escudo (cf. Sl 28,7), refúgio (cf. Sl 46,1) e rocha (cf. Sl 62,7).

Qual é o sentido da relação entre a palavra força com o termo canto?
No poema aqui estudado, a associação do termo força é com o termo canção ou canto, um tipo de ligação comum nos textos bíblicos (Ex 15,2; cf. Sl 118,14; Is 12,2; Sl 28,7; 81,1). Com isso, é possível que o autor tenha utilizado uma figura de linguagem, a metonímia, com a finalidade de afirmar que o canto consiste numa espécie de refúgio, escudo ou rocha, já que expressa sua confiança e sua fé na obra salvífica do Senhor.

Como o livro do Apocalipse faz uma alusão ao cântico de Moisés?
O livro do Apocalipse faz uma alusão ao cântico de Moisés com a finalidade de indicar que a libertação final do povo de Deus e o julgamento contra seus inimigos se assemelharão ao evento de êxodo. Assim, enquanto a libertação e julgamento no êxodo foram incríveis, os eventos em Apocalipse 15 e Apocalipse 16 serão ainda mais impressionantes.

Jornada Bíblica - 29º encontro.


Tema: A passagem pelo mar (Ex 14,15-31).

Introdução

Neste encontro, estudaremos a passagem dos israelitas pelo mar (Ex 14,15-31).

Oração
Faça uma oração, clamando a presença do Espírito Santo, para que o estudo desse encontro gere frutos de vida cristã. 
Leia Ex 14,15-31. Agora, destaque o que mais te chamou a atenção.

TEXTO PARA ESTUDO

Qual é o sentido da pergunta que Deus dirigiu a Moisés?
A perícope estudada nesta semana tem seu início com uma pergunta intrigante de Deus a Moisés: “Por que clamas a mim?” (Ex 14,15).
Este questionamento foi feito dentro de um momento dramático da narrativa. Os israelitas, tomados de grande medo, “clamaram” ao Senhor, diante da aproximação dos egípcios (cf. Ex 14,10) e, depois, reclamaram com o líder da libertação (cf. Ex 14,11-12).
Ora, o narrador não diz que Moisés “clamou” ao Senhor. Não há o discurso direto dele em direção a Deus.
Porém, o Senhor, ao fazer a pergunta, revela o interior, os pensamentos mais íntimos, de Moisés. Ele, mesmo tendo dito aos israelitas para ficarem tranquilos, afirmando que Deus combateria por eles (cf. Ex 14,14), parecia experimentar o terror da possível morte no deserto.

Qual é o sentido do verbo clamar, quando Moisés é colocado como o sujeito?
Outro dado interessante é a quantidade de vezes que o verbo hebraico “clamar”, que pode ser traduzido por “gritar” ou “chorar”, tem Moises como o sujeito. Por cinco vezes, o líder dos israelitas “clama” e todas elas têm como endereço o Senhor (cf. Ex 8,8; 14,15; 15,25; 17,4; Nm 12,13). Em nenhuma vez, ele dirige seu grito a qualquer outra pessoa. Isso demonstra que ele sabia: apenas Deus daria conta de libertar Israel das situações de dificuldade.

O que a primeira ordem que o Senhor deu a Moisés revela de importante?
De forma contundente, o Senhor, depois da pergunta, emenda uma ordem: “dize aos israelitas que marchem” (Ex 14,15). Isso denota, em primeiro lugar, que Moisés deve assumir, de fato, a liderança.

O que a expressão “que marchem” pode significar?
A expressão “que marchem”, utilizado em Ex 14,15, está no modo verbal jussivo, ou seja, expressa um sonho ou um desejo da parte de Deus. Além disso, o sentido do verbo “marchar”, em hebraico, consiste numa ação que tem a ver com um deslocamento na direção de um destino, como uma jornada.
Por isso, pode ser traduzido como “viajar”. O Senhor desejava que os israelitas fossem para qual direção? Para o mar! (cf. Ex 14,16)

Qual era a intenção de Deus?
De acordo com o v.17, outro verbo no modo jussivo revela a intenção de Deus: “que Eu seja glorificado”. Ao repetir essa mesma expressão no v.18, o autor dá a entender que a passagem pelo mar tinha finalidade de mostrar a soberania de Deus, diante da nação mais forte daquela época, o Egito.

Por que deve ser Moisés aquele que divide o mar?
Ademais, na continuidade, em Ex 14,16, há, em gradação, mais três verbos imperativos: “levanta” tua vara; “estende” tua mão; “divide” o mar. De todos, o último mandato chama muita atenção. É Moisés quem deve dividir o mar; não Deus. O autor parece mostrar que o Senhor agirá por meio do líder dos israelitas.

Qual será, neste primeiro momento, o papel de Deus?
O autor revela que Deus endurece o coração dos egípcios (cf. Ex 14,17). Interessante notar que esse verbo, no texto hebraico, é um particípio, ou seja, ele expressa uma ação que está em andamento. Assim, uma possibilidade de tradução seria “Eu (Deus) estou endurecendo o coração dos egípcios”. Deste modo, o texto quer mostrar que, enquanto Moisés estiver seguindo as ordens divinas, o Senhor estará a fazer sua parte. Trata-se de um trabalho de colaboração. Deus age; o ser humano age.

O que a expressão “em seco” pode significar teologicamente?
A finalidade da divisão do mar é para que o seu fundo fique seco e o povo possa passar. A expressão hebraica traduzida, em algumas bíblias, por “em seco” aparece pela primeira vez em Gn 1,9, no relato da criação, quando o Senhor criou o elemento seco, o que em algumas bíblias em português é “continente”.
É possível que, aqui, o autor comunique a teologia de que o Deus de Israel consiste naquele que, sendo o criador de todas as coisas, tem o domínio sobre todos os elementos da natureza.

domingo, 15 de setembro de 2019

Bonfim, em Angra, celebra 24° Semana do Tempo Comum

A comunidade do Bonfim, pertencente a Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Angra dos Reis / RJ, celebrou na manhã de hoje o 24º Semana do Tempo Comum.
A celebrante foi a Rosinha e a ministra foi a Catarina. 
A celebração foi no Clube do Corsário, em frente a Igreja Nosso Senhor do Bonfim, que fica há cerca de 200 metros do continente.
As leituras de hoje falaram sobre a misericórdia de Deus. 
A primeira leitura foi do livro do Êxodo, que mostra que o povo desviou do caminho de Deus e que Ele pensa em abandonar o povo de Israel, mas Moisés intercede a Deus e Ele tem misericórdia de seu povo. 
A segunda leitura foi da carta de São Paulo a Timóteo, mostra que Paulo vivenciou a misericórdia de Deus e descobriu que Ele não quer condenar ninguém. 
No Evangelho de Lucas, Jesus conta três parábolas que falam de perdas: a ovelha perdida, a moeda perdida, quando filho mais novo se perde. E quando encontra a ovelha que se perdeu, quando acham a moeda e quando filho volta, fazem uma festa, devido a felicidade do encontro. 
Nós podemos nos perder dentro ou fora de nossa casa ou de nossa comunidade. 
Na terceira parábola, o filho mais novo rejeita a entrar na festa e compartilhar da alegria de seu pai e reclama que nunca teve um cabrito para fazer uma festa só para ele, tendo assim, uma atitude egoísta, mas o pai o chama. Será que ele entrou na festa? Você entraria?

Fotos: Thiago de Morais.






sábado, 14 de setembro de 2019

Celebração no Bonfim, em Angra dos Reis / RJ.

Domingo, dia 15/09/2019, haverá celebração, ás 10h da manhã, no Clube do Corsário, no Bonfim, em Angra dos Reis / RJ. 

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Festa de Nossa Senhora da Piedade - Ilha da Gipoia - Angra dos Reis / RJ.

FESTA DE NOSSA SENHORA DA PIEDADE

DE 12 A 15 DE SETEMBRO DE 2019

PONTA DA PIEDADE - ILHA DA GIPOIA

ANGRA DOS REIS / RJ

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

PROGRAMAÇÃO:

12/09 - 1º dia do tríduo
13/09 - 2º dia do tríduo
14/09 - 3º dia do tríduo - Catequese e as famílias, na Igreja.
 - O horário é de acordo com a realidade da comunidade.

15/09 - Dia da Festa:
6h30min - Repicar dos sinos e alvorada festiva.
10h30min - Missa festiva.
12h30min - Almoço beneficente.
14h - Bingo de prendas.

ATENÇÃO! Só terá direito ao translado mediante a compra da cartela do bingo, no valor de 10 reais. 
Cartela a venda na Secretaria da Igreja Matriz, no Centro de Angra, onde receberá o ticket passagem. 
Translado: Domingo, dia 15/09/2019, ás 9h30min (100 passageiros). Escuna: Cidade de Mangaratiba.
Retorno após o bingo. 

domingo, 8 de setembro de 2019

Angra tem praça em homenagem a Dom Vital Wilderenk.

Foi inaugurada no último dia 30 de agosto, em frente ao Convento do Carmo, no Centro de Angra dos Reis / RJ, a Praça Dom Vital Wilderenk. 
Dom Vital Wilderenk foi o primeiro bispo da Diocese de Itaguaí / RJ, na qual pertencem os municípios de Paraty, Angra dos Reis, Mangaratiba, Itaguaí e Seropédica. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Comunidade do Bonfim, em Angra, realiza Missa do 22° Domingo do Tempo Comum.


Na comunidade do Bonfim houve a Missa de mês, no último dia 01º de setembro. A mesma foi celebrada pelo Frei Fernando Bezerra Leite, Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, de Angra dos Reis / RJ. A missa foi do 22º Domingo do Tempo comum e foi realizada na Igreja Nosso Senhor do Bonfim, igreja essa que fica numa ilha, há cerca de 200 metros do continente. Na ocasião, também houve um batizado de um menino chamado Arthur, morador da Ilha da Gipoia. 

Nas leituras do dia, nos leva a refletir sobre a valorização das posições sociais, hoje em dia. Muitos através da riqueza, se manifestam através da força e do poder. Mas, a Bíblia nos ensina que devemos ser humildes e simples. "Os humilhados serão exaltados". Jesus reforça isso no Evangelho, mostrando que a pessoa vale aquilo que ela é diante de Deus. Na sociedade do tempo de Jesus, os ricos chamavam os ricos para suas festas. Hoje em dia, ainda continua assim, não é verdade? Jesus fala que devemos chamar também os menos favorecidos (pobres, cegos, etc).  

Revista de Aparecida - setembro de 2019


Setembro é o mês da Bíblia e a Revista de Aparecida traz textos dedicado a Bíblia.
 - A Palavra de Deus é sempre redentora!;
 - A Palavra de Deus no Santuário e sobre os telhados;
 - A Palavra que liberta e salva;
 - Versículos que nos lembram do amor de Deus.
Além das colunas Santuário em Ação, Nos passos de Maria, Questões de fé, Jornada Bíblica, Vida Santa, Deus em minha casa, etc. 

Campanha dos devotos: 0300 2 10 12 10

Setembro: mês da Bíblia.


"A Bíblia é a Palavra de Deus 
Semeada no meio do povo.
Que cresceu, cresceu e nos transformou
Ensina-nos a viver num mundo novo."

Para os católicos, o mês de setembro é dedicado a Bíblia Sagrada. A Bíblia é a Palavra de Deus e é nela que encontramos tudo o que precisamos para a nossa fé e para termos um mundo melhor. Não devemos ler a Bíblia somente no mês de setembro. Esse mês é apenas para lembrarmos de sua importância para os cristãos. Devemos ler e meditar a Palavra de Deus sempre.